Violino 4/4 Profissional Angelo Di Piave, Viotti, A. Stradivari 1709

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VIOLINO 4/4 PROFISSIONAL ANGELO DI PIAVE, VIOTTI, A. STRADIVARI 1709

Violino profissional de atelier, construído em 2018 dentro dos conceitos italianos da liuteria clássica.
Este modelo é baseado nas plantas do liutaio Antonio Stradivari, com acabamento inspirado no violino Viotti 1709.
Em 1709, Antonio Stradivari construiu um violino que ficou conhecido como Viotti, já que os instrumentos costumam receber o nome do seu primeiro dono conhecido. No caso: Giovanni Battista Viotti.

Construção artesanal tradicional a partir de madeiras selecionadas e com boas características sonoras.
Tampo em pinho e fundo inteiro em acero com maressaturas marcantes.
Acabamento imitação antigo em tom marrom avermelhado claro com desgaste revelando tons dourados abaixo.
Verniz brilhante aplicado à mão realçando os detalhes da madeira.

As fotos são do próprio instrumento, não são imagens de arquivo.
O instrumento possui cavalete Aubert à Mirecourt, France ajustado com incrustação de osso.
Montado com jogo de cordas Thomastik Dominant e um micro-afinador fixo dourado na corda mi.
A ferragem da queixeira também é dourada, modelo tradicional.
Os acessórios são de ébano decorados com olho Paris.

Os instrumentos de liuteria Angelo Di Piave não acompanham outros acessórios como: breu, arco, espaleira e estojo.
Esses acessórios podem ser adquiridos separadamente.

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Sobre o violino Stradivari 1709 'Viotti':

O violinista e compositor italiano Giovanni Battista Viotti (1755 - 1824) foi o principal fundador da escola de violino do século XIX.
Ele se mudou para Turin e estudou com o virtuoso Gaetano Pugnani.
Juntos viajaram para a Alemanha, Polônia e Russia.

Viotti debutou em Paris no Palais des Tuileries, no Concerto Espiritual de 1782, tocando seu Stradivari 1709.
Esse instrumento passou a ser conhecido como Viotti, mas existem pelo menos mais 10 grandes violinos que pertenceram a ele.

Giovanni acabou se tornando músico da corte de Maria Antonieta, se estabeleceu como professor e era responsável pelas óperas.
Em 1792 foi para Londres, regeu óperas italianas e atuou solando seus próprios concertos de violino.
Depois de uma breve passagem pela Alemanha, voltou para Londres para tomar conta de seus negócios de vinho, tocando violino e compondo paralelamente.
Quando seu negócio quebrou, voltou a trabalhar em Paris como diretor de ópera italiana, entre 1819 e 1822.

Giovanni Battista Viotti escreveu 29 concertos para violino, dos quais o No. 22 em lá menor se tornou o mais conhecido, especialmente depois que o violinista húngaro Joseph Joachim o executava nos anos 1870.

Stradivari foi o mais talentoso liutaio da cidade de Cremona, Itália, que é o berço da liuteria clássica.
A obra do mestre é classificada em três períodos: o primeiro em que havia forte influência do trabalho de Nicolò Amati; o segundo em que começou a desenvolver seu estilo próprio; o último que é chamado de período de ouro, entre 1700 e 1720 aproximadamente.
O violino Viotti foi feito exatamente no seu período de ouro.

O instrumento, considerado pelo musicologista, compositor, crítico e professor do século XIX, François J. Fétis, um dos 3 melhores violinos de Antonio Stradivari, permaneceu a maior parte do tempo sem ser executado.
Depois da morte de Viotti em 1824, não se sabe muito sobre seu destino até que voltou para a Inglaterra em 1897 aos cuidados da família Hill and Sons.
Desde então, trocou de mãos algumas vezes mas se mantém mudo até os dias de hoje, muito pouco tocado em algumas raras oportunidades.
 

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