Violino 4/4 Profissional Angelo Di Piave, G. Guarneri Filius Andrea 1703

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VIOLINO 4/4 PROFISSIONAL ANGELO DI PIAVE, GIUSEPPE GUARNERI FILIUS ANDREÆ 1703

Violino profissional de atelier, construído em 2018 dentro dos conceitos italianos da liuteria clássica.
Este modelo é baseado nas plantas do liutaio Giuseppe Guarneri 'filius Andreæ', com acabamento inspirado em um violino construído por ele em 1703.

Construção artesanal tradicional a partir de madeiras selecionadas e com boas características sonoras.
Tampo em pinho e fundo bipartido em acero com belas maressaturas.
Acabamento em tom marrom avermelhado.
Verniz acetinado aplicado à mão realçando os detalhes da madeira.

As fotos são do próprio instrumento, não são imagens de arquivo.
O instrumento possui cavalete Aubert à Mirecourt, France ajustado artisticamente.
Montado com jogo de cordas Thomastik Dominant e um micro-afinador fixo preto e dourado na corda mi.
A ferragem da queixeira também é dourada, modelo tradicional.
Os acessórios são de ébano decorados com olho Paris.

Os instrumentos de liuteria Angelo Di Piave não acompanham outros acessórios como: breu, arco, espaleira e estojo.
Esses acessórios podem ser adquiridos separadamente.

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Sobre o violino Giuseppe Guarneri 'filius Andreæ' 1703:

Giovanni Battista Giuseppe Guarneri (1666 - 1739/1740), também conhecido como Giuseppe ‘filius Andreae’ ou "Joseph Guarnerius, filius Andreæ", nasceu em Cremona na Itália em uma família proeminente de liutaios.
Seu pai, Andrea Guarneri, foi o mais importante aluno de Nicolò Amati, além de músico e fundador da Casa Guarneri, poucos anos antes de Giuseppe nascer. A saída da casa de Amati ficou evidenciada por um violino de 1655 em que a etiqueta continha essa inscrição: "ex Allumnus Nicolai Amati". Nas etiquetas anteriores "Allumnus" era escrito sem o "ex". Quando Andrea faleceu em 1698, Giuseppe se tornou o mestre de sua liuteria.

O filho mais velho de Giuseppe, Pietro Giovanni Guarneri, também foi liutaio e mudou-se para Veneza durante sua vida profissional para trabalhar mais longe de Antonio Stradivari. Ficou conhecido como Pietro di Venezia (ou Mantua).
O liutaio mais virtuoso da família, entretanto, foi o segundo filho de Giuseppe: Bartolomeo Giuseppe Antonio Guarneri, também conhecido como Guarneri 'del Gesù' depois de 1731, quando incorporou em suas etiquetas a nomina sacra I.H.S. e a cruz romana.

Giuseppe ‘filius Andreae’ manteve algumas características de Amati em seus instrumentos, incorporando os ensinamentos de seu pai e ainda recebeu influências de seu vizinho próximo Stradivari, além de Gasparo da Salo de Brescia.
Ele deixou um maravilhoso legado de charmosos violinos, violas e violoncelos, incluindo alguns instrumentos de concerto.

Em 1703, Giuseppe produziu um violino com fundo bipartido e verniz marrom avermelhado, que já demonstrava algumas ideias de Stradivari sem perder o estilo de Amati. Uma das influências de Stradivari é exatamente o verniz avermelhado, introduzido por Stradivari no fim do século XVII.
A voluta foi substituída durante restauração posterior, mantendo o estilo Guarneri mas com medidas modernas.

O instrumento possui certificados de J. & A. Beare, London e Max Möller, Amsterdam.
Pouco se sabe de sua história inicial mas o instrumento certamente pertenceu mais tarde aos violinistas César Thomson e Jan W. L. van Oordt. 
Desde a década de 1930 passou a figurar entre as coleções de investidores.
Em 2007 foi adquirido pela Dextra Musica, por Peter Biddulph, e é executado atualmente pelo violinista norueguês Geir Inge Lotsberg.
 

As fotos são do próprio instrumento, não são imagens de arquivo.
O instrumento possui cavalete Aubert à Mirecourt, France ajustado artisticamente.
Montado com jogo de cordas Thomastik Dominant e um micro-afinador fixo preto e dourado na corda mi.
A ferragem da queixeira também é dourada, modelo tradicional.
Os acessórios são de ébano decorados com olho Paris.

Os instrumentos de liuteria Angelo Di Piave não acompanham outros acessórios como: breu, arco, espaleira e estojo.
Esses acessórios podem ser adquiridos separadamente.

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Sobre o violino Giuseppe Guarneri 'filius Andreæ' 1703:

Giovanni Battista Giuseppe Guarneri (1666 - 1739/1740), também conhecido como Giuseppe ‘filius Andreae’ ou "Joseph Guarnerius, filius Andreæ", nasceu em Cremona na Itália em uma família proeminente de liutaios.
Seu pai, Andrea Guarneri, foi o mais importante aluno de Nicolò Amati, além de músico e fundador da Casa Guarneri, poucos anos antes de Giuseppe nascer. A saída da casa de Amati ficou evidenciada por um violino de 1655 em que a etiqueta continha essa inscrição: "ex Allumnus Nicolai Amati". Nas etiquetas anteriores "Allumnus" era escrito sem o "ex". Quando Andrea faleceu em 1698, Giuseppe se tornou o mestre de sua liuteria.

O filho mais velho de Giuseppe, Pietro Giovanni Guarneri, também foi liutaio e mudou-se para Veneza durante sua vida profissional para trabalhar mais longe de Antonio Stradivari. Ficou conhecido como Pietro di Venezia (ou Mantua).
O liutaio mais virtuoso da família, entretanto, foi o segundo filho de Giuseppe: Bartolomeo Giuseppe Antonio Guarneri, também conhecido como Guarneri 'del Gesù' depois de 1731, quando incorporou em suas etiquetas a nomina sacra I.H.S. e a cruz romana.

Giuseppe ‘filius Andreae’ manteve algumas características de Amati em seus instrumentos, incorporando os ensinamentos de seu pai e ainda recebeu influências de seu visinho próximo Stradivari, além de Gasparo da Salo de Brescia.
Ele deixou um maravilhoso legado de charmosos violinos, violas e violoncelos, incluindo alguns instrumentos de concerto.

Em 1703, Giuseppe produziu um violino com fundo bipartido e verniz marrom avermelhado, que já demonstrava algumas ideias de Stradivari sem perder o estilo de Amati. Uma das incluências de Stradivari é exatamente o verniz avermelhado, introduzido por Stradivari no fim do século XVII.
A voluta foi substituída durante restauração porterior, mantendo o estilo Guarneri mas com medidas modernas.

O instrumento possui certificados de J. & A. Beare, London e Max Möller, Amsterdam.
Pouco se sabe de sua história inicial mas o instrumento certamente pertenceu mais tarde aos violinistas César Thomson e Jan W. L. van Oordt. 
Desde a década de 1930 passou a figurar entre as coleções de investidores.
Em 2007 foi adquirido pela Dextra Musica, por Peter Biddulph, e é executado atualmente pelo violinista norueguês Geir Inge Lotsberg.